Se você é um entusiasta de computadores certamente já deve ter aberto o seu desktop para ver como as peças são dentro dele. Ou quem sabe você já montou o seu próprio computador? Somente quem já fez isso sabe como é o gosto de ligar o “Frankenstein” pela primeira vez e ver que tudo está funcionando direitinho.
Mas há alguns anos atrás isso não era uma tarefa muito simples. Hoje em dia dificilmente um computador não vá funcionar direito depois de montado, pois todos os componentes são bem compatíveis uns com os outros. Basta um pouco de cuidado — e bom senso — para manusear as placas e em poucos minutos tudo estará funcionando.
Mas isso não foi sempre assim. Há pouco mais de uma década montar um computador era uma tarefa que exigia um bom conhecimento profissional. Saber como combinar os componentes, regular, ajustar e configurar as máquinas podia ser uma verdadeira dor de cabeça para os marinheiros de primeiras viagem.
Processador
Instalar um processador hoje em dia é incrivelmente mais simples do que há 15 anos atrás. E em mais de um aspecto diferente. Antes, além de ter um processador compatível com a placa-mãe, era preciso ter muito cuidado na hora da instalação física.
Hoje em dia os coolers, dissipadores e placas-mãe são preparados para trabalharem em conjunto, até mesmo fisicamente. As placas da AMD trazem uma base plástica, basta conectar os ganchos do dissipador e fechar a trava.
As placas da Intel são semelhantes, mas o suporte plástico geralmente fica no próprio dissipador. Basta encaixar, travar e conectar o fio do cooler à placa-mãe.
Antes, não era bem assim. Além de ser mais difícil identificar o lado correto do processador para não danificá-lo, prender o dissipador no slot era uma tarefa árdua. Geralmente era preciso forçar a trava com uma chave de fenda, até que ela encaixasse no pino plástico do soquete.
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